Observatório de Estudos sobre a Luta por Terra e Território (OBELUTTE) criado em 2017 pela Universidade Federal de Alagoas - Campus do Sertão.
terça-feira, 3 de abril de 2018
quinta-feira, 29 de março de 2018
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Reunião OBELUTTE
Os membros do OBELUTTE se reuniram no dia 16/02 para discussão de texto da professora Marta Inês Medeiros Marques sobre o campesinato. Além disso, foram discutidos novos encaminhamentos para o I SEMINÁRIO DO OBELUTTE.
A próxima está marcada para o dia 09/03, às 14h30min, onde será discutido um texto de Teodor Shanin.
A próxima está marcada para o dia 09/03, às 14h30min, onde será discutido um texto de Teodor Shanin.
“ONDE VÊS, EU NÃO VISLUMBRO RAZÃO”: AS COMUNIDADES DE FUNDOS DE PASTO NAS INSPEÇÕES JUDICIAIS
RESUMO:
Esta comunicação descreve e problematiza concepções dos magistrados acerca do modo de vida e da relação com o território das comunidades tradicionais de fundos de pasto (FP) do estado da Bahia. Para isso, analisaremos o conteúdo de duas inspeções judiciais que foram realizadas, em distintos contextos históricos, nas áreas de Jabuticaba, no município de Andorinha, e Areia Grande, em Casa Nova. Ao reconhecer que os juízes ocupam uma posição estratégica no processo judicial, procuramos analisar os argumentos utilizados no campo das disputas e que tratam de concepções sobre a territorialização das comunidades de fundos de pasto, sem perder de vista a relação entre as concepções e as práticas reiteradas no campo que estão inseridos; em outras palavras, nas disposições constitutivas do habitus jurídico é que se constitui o princípio de percepção e apreciação dos conflitos submetidos à decisão judicial.
Palavras-chave: Fundos de Pasto; povos e comunidades tradicionais; inspeções judiciais; território; conflitos rurais; terras comunais; Bahia
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O PROCESSO DE FINANCEIRIZAÇÃO NA AGRICULTURA: O PERIGO DO AGRONEGÓCIO
RESUMO:
O presente trabalho tem como objetivo analisar o processo de financeirização na agricultura, identificando a expansão do capital no campo e as consequências do agronegócio à (re)produção social da vida. Partimos do pressuposto de que a mundialização da economia e a hegemonia do capital financeiro e, de sua face mais parasitária, o capital fictício, incidiram em alterações nas relações sociais de (re)produção no campo. O agronegócio emergiu e representa a expressão maior do capital financeiro, onde a produção passa a ser ensejada pelos interesses voláteis do D-D’. Em razão disso, se fortalece o processo de expropriação primária, de concentração da terra e de sujeição da produção da vida aos imperativos do capital, ameaçando a existência da humanidade. A investigação está inscrita sob a urdidura do método de análise histórico-dialético, pois o mesmo permite a realização de uma análise que capte a singularidade/totalidade dos fenômenos nas diferentes escalas geográficas.
Palavras-chave: agronegócio, capital, financeirização
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